quarta-feira, 2 de agosto de 2017
Mendel O pai da genética.
Genética
Desde os tempos mais remotos, o homem tomou consciência da importância do macho e da fêmea na geração de seres da mesma espécie, e que características como altura, cor da pele, etc, eram transmitidas dos pais para os descendentes. Assim, com certeza, uma cadela quando cruzar com um cão, irá originar um filhote com características de um cão e nunca de um gato. Mas por quê?
Mendel, o iniciador da genética
Gregor Mendel nasceu em 1822, em Heinzendorf, na Áustria. Era filho de pequenos fazendeiros e, apesar de bom aluno, teve de superar dificuldades financeiras para conseguir estudar. Em 1843, ingressou como noviço no mosteiro de agostiniano da cidade de Brünn, hoje Brno, na atual República Tcheca.
Após ter sido ordenado monge, em 1847, Mendel ingressou na Universidade de Viena, onde estudou matemática e ciências por dois anos. Ele queria ser professor de ciências naturais, mas foi mal sucedido nos exames.
De volta a Brünn, onde passou o resto da vida, Mendel continuou interessado em ciências. Fez estudos meteorológicos, estudou a vida das abelhas e cultivou plantas, tendo produzido novas variedades de maças e peras. Entre 1856 e 1865, realizou uma série de experimentos com ervilhas, com o objetivo de entender como as características hereditárias eram transmitidas de pais para filhos.
Em 8 de março de 1865, Mendel apresentou um trabalho à Sociedade de História Natural de Brünn, no qual enunciava as suas leis de hereditariedade, deduzidas das experiências com as ervilhas. Publicado em 1866, com data de 1865, esse trabalho permaneu praticamente desconhecido do mundo científico até o início do século XX. Pelo que se sabe, poucos leram a publicação, e os que leram não conseguiram compreender sua enorme importância para a Biologia. As leis de Mendel foram redescobertas apenas em 1900, por três pesquisadores que trabalhavam independentemente.
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Mendel morreu em Brünn, em 1884. Os últimos anos de sua vida foram amargos e cheios de desapontamento. Os trabalhos administrativos do mosteiro o impediam de se dedicar exclusivamente à ciência, e o monge se sentia frustrado por não ter obtido qualquer reconhecimento público pela sua importante descoberta. Hoje Mendel é tido como uma das figuras mais importantes no mundo científico, sendo considerado o “pai” da Genética. No mosteiro onde viveu existe um monumento em sua homenagem, e os jardins onde foram realizados os célebres experimentos com ervilhas até hoje são conservados.
Os experimentos de Mendel
A escolha da planta
A ervilha é uma planta herbácea leguminosa que pertence ao mesmo grupo do feijão e da soja. Na reprodução, surgem vagens contendo sementes, as ervilhas. Sua escolha como material de experiência não foi casual: uma planta fácil de cultivar, de ciclo reprodutivo curto e que produz muitas sementes.
Desde os tempos de Mendel, existiam muitas variedades disponíveis, dotadas de características de fácil comparação. Por exemplo, a variedade que flores púrpuras podia ser comparada com a que produzia flores brancas; a que produzia sementes lisas poderia ser comparada com a que produzia sementes rugosas, e assim por diante.
Outra vantagem dessas plantas é que estame e pistilo, os componentes envolvidos na reprodução sexuada do vegetal, ficam encerrados no interior da mesma flor, protegidas pelas pétalas. Isso favorece a autopolinização e, por extensão, a autofecundação, formando descendentes com as mesmas características das plantas genitoras.
quarta-feira, 19 de julho de 2017
Vítelo ( tipos de ovos )
O vitelo é uma reserva de nutrientes existente nas células ovo dos animais para alimentar o embrião, enquanto o novo ser não conseguir alimentar-se sozinho. - Nos mamíferos placentários, a quantidade de vitelo no zigoto (outra denominação para a célula-ovo) é pequena, apenas o necessário enquanto o ovo fecundado não chega ao útero, onde ele receberá nutrientes da mãe através da placenta. Já as aves possuem uma concentração imensa de vitelo em seus ovos, pois a geração se dá externamente. Durante esse processo, o embrião encontrará ali o alimento necessário para se nutrir.
EXISTEM NO TOTAL 4 TIPOS DE OVOS, DENTRE ELES ESTÃO:
oligolécito (oligo = pouco; lecito = vitelo), homolécito ou isolécito (homo ou iso = igual) — possui pouco vitelo homogeneamente distribuídos e sua segmentação é total ou holoblástica (holo = todo; blasto = germe) e igual, pois origina uma mórula com blastômeros de tamanhos aproximadamente iguais; é o ovo dos protocordados (anfíoxo e ascídia) e de muitos invertebrados marinhos, como esponjas, corais e estrelas-do-mar.

heterolécito (hetero = diferente) - apresenta quantidade de vitelo intermediária entre a dos ovos oligolécitos e telolécitos (daí os outros nomes: mesolécito ou mediolécito) e concentrada mais no pólo vegetal ou vegetativo que no pólo animal (região superior); a segmentação é total e desigual, pois, por ter menos vitelo, o pólo animal divide-se mais rapidamente e produz células menores e mais numerosas que as produzidas no outro pólo; é o ovo de anfíbios, de vários peixes e de alguns invertebrados (maioria dos moluscos, poliquetas e platelmintos).

telolécito (telo = ponta) ou megalécito (mega = grande) - o núcleo e o citoplasma formam uma pequena gota sobre uma quantidade enorme de vitelo (também chamado de gema, neste caso); a segmentação é meroblástica (mero = parte) ou parcial e discoidal – pois ocorre apenas no pólo animal e forma um pequeno disco de células (cicatrícula), encravado na gema; é o ovo de répteis, aves, vários peixes e de alguns moluscos e mamíferos ovíparos (ornitorrinco e equidna).

centrolécito - o vitelo ocupa a região central da célula e não se divide; o núcleo divide-se várias vezes no interior do vitelo e migra para a periferia, seguindo-se a divisão do citoplasma; a segmentação é meroblástica e superficial; é o ovo da maioria dos artrópodes (insetos e outros).

Em ovos telolécitos o vitelo é popularmente conhecido como gema.

EXISTEM NO TOTAL 4 TIPOS DE OVOS, DENTRE ELES ESTÃO:
oligolécito (oligo = pouco; lecito = vitelo), homolécito ou isolécito (homo ou iso = igual) — possui pouco vitelo homogeneamente distribuídos e sua segmentação é total ou holoblástica (holo = todo; blasto = germe) e igual, pois origina uma mórula com blastômeros de tamanhos aproximadamente iguais; é o ovo dos protocordados (anfíoxo e ascídia) e de muitos invertebrados marinhos, como esponjas, corais e estrelas-do-mar.
heterolécito (hetero = diferente) - apresenta quantidade de vitelo intermediária entre a dos ovos oligolécitos e telolécitos (daí os outros nomes: mesolécito ou mediolécito) e concentrada mais no pólo vegetal ou vegetativo que no pólo animal (região superior); a segmentação é total e desigual, pois, por ter menos vitelo, o pólo animal divide-se mais rapidamente e produz células menores e mais numerosas que as produzidas no outro pólo; é o ovo de anfíbios, de vários peixes e de alguns invertebrados (maioria dos moluscos, poliquetas e platelmintos).
telolécito (telo = ponta) ou megalécito (mega = grande) - o núcleo e o citoplasma formam uma pequena gota sobre uma quantidade enorme de vitelo (também chamado de gema, neste caso); a segmentação é meroblástica (mero = parte) ou parcial e discoidal – pois ocorre apenas no pólo animal e forma um pequeno disco de células (cicatrícula), encravado na gema; é o ovo de répteis, aves, vários peixes e de alguns moluscos e mamíferos ovíparos (ornitorrinco e equidna).
centrolécito - o vitelo ocupa a região central da célula e não se divide; o núcleo divide-se várias vezes no interior do vitelo e migra para a periferia, seguindo-se a divisão do citoplasma; a segmentação é meroblástica e superficial; é o ovo da maioria dos artrópodes (insetos e outros).
Em ovos telolécitos o vitelo é popularmente conhecido como gema.
domingo, 7 de maio de 2017
quinta-feira, 20 de abril de 2017
o que é cissiparidade?
A cissiparidade, também conhecida como fissão binária e bipartição, é um tipo de reprodução assexuada. Ela é observada em bactérias, podendo também ocorrer em alguns protozoários e leveduras.
→ O que é reprodução assexuada?
A reprodução assexuada é aquela que ocorre sem a participação dos gametas. É uma reprodução relativamente rápida e simples que dá origem a indivíduos iguais aos seus genitores. Por serem iguais aos organismos que o geraram, dizemos que se trata de clones naturais. Vale frisar, no entanto, que, apesar do processo gerar clones, pode ocorrer mutação, que leva a uma modificação nos genes.
→ Como ocorre a cissiparidade?
A cissiparidade ocorre em organismos unicelulares, que simplesmente se dividem ao meio gerando dois indivíduos. Na cissiparidade, ocorre a replicação do cromossomo e a posterior divisão da célula-mãe em duas.

sábado, 15 de abril de 2017
Sistema Reprodutor Masculino
Introdução
O sistema reprodutor masculino é composto pelos testículos, epidídimo, ductos deferentes, vesícula seminal, próstata e pênis.
Testículos
Nos testículos ocorre a produção de espermatozóides e também a produção de testosterona (hormônio sexual masculino).
Epidídimo
É no ducto epidídimo que ocorre a maturação dos espermatozóides, além disso, este ducto também armazena os espermatozóides e os conduzem ao ducto deferente através de movimentos peristálticos (contração muscular).
Ductos deferentes
Os ductos deferentes têm a função armazenar os espermatozóides e de transporta-los em direção à uretra, além disso, ela ainda é responsável por reabsorver aqueles espermatozóides que não foram expelidos.
Vesícula Seminal
As vesículas seminais são glândulas responsáveis por secretar um fluído que tem a função de neutralizar a acidez da uretra masculina e da vagina, para que, desta forma, os espermatozóides não sejam neutralizados.
Próstata
A próstata é uma glândula masculina de tamanho similar a uma bola de golfe. É através da próstata que é secretado um líquido leitoso que possui aproximadamente 25% de sêmen.
Pênis
É através do pênis (uretra) que o sêmen é expelido. Além de servir de canal para ejaculação, é através deste órgão que a urina também é expelida.
Uretra
Canal condutor que, no aspecto da reprodução, possui a função de conduzir e espelir o esperma durante o processo de ejaculação.
sexta-feira, 7 de abril de 2017
A clonagem de mamíferos
Todos nós já ouvimos falar sobre clonagem, seja na escola, em livros, programas didáticos, noticiários e até mesmo em uma novela exibida pela Globo (“O CLONE”) a qual abordou sobre o assunto.
Já que o tema do blog é genética, escreverei um pouco do que aprendi sobre “clonagem” e explicar resumidamente como foi realizado o experimento de clonagem da ovelha Dolly.
A palavra clone vem do grego que significa “broto”. Um clone é uma cópia geneticamente idêntica de um ser vivo que se originou de outro; com a mesma aparência e mesmo código genético.
Além do caso da ovelha Dolly em que o processo foi desenvolvido em instituto genético, na natureza também ocorre esse processo de clonagem, e podemos ver isso quando uma ameba se reproduz assexuadamente fazendo com que outras amebas geneticamente iguais entre si e iguais á ameba-mãe surjam. Outro exemplo são as planárias, vermes do grupo dos platelmintos. Pedaços de uma planária são capazes de se desenvolver, de maneira que cada pedaço origina um novo indivíduo, depois de várias sequências de mitoses celulares. Esses novos indivíduos são, cópias geneticamente idênticas um do outro e também idênticas á planária original.
Já que o tema do blog é genética, escreverei um pouco do que aprendi sobre “clonagem” e explicar resumidamente como foi realizado o experimento de clonagem da ovelha Dolly.
A palavra clone vem do grego que significa “broto”. Um clone é uma cópia geneticamente idêntica de um ser vivo que se originou de outro; com a mesma aparência e mesmo código genético.
Além do caso da ovelha Dolly em que o processo foi desenvolvido em instituto genético, na natureza também ocorre esse processo de clonagem, e podemos ver isso quando uma ameba se reproduz assexuadamente fazendo com que outras amebas geneticamente iguais entre si e iguais á ameba-mãe surjam. Outro exemplo são as planárias, vermes do grupo dos platelmintos. Pedaços de uma planária são capazes de se desenvolver, de maneira que cada pedaço origina um novo indivíduo, depois de várias sequências de mitoses celulares. Esses novos indivíduos são, cópias geneticamente idênticas um do outro e também idênticas á planária original.

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